Segunda-feira, Junho 27, 2011

Então...

Sei que não entramos mais aqui há décadas, mas agora viemos anunciar que é oficial: estamos encerrando o Pheebs.
As razões são muitas, entre elas podemos citar: o pouco tempo que nós duas passamos juntas, a correria do ensino médio, a falta de criatividade que chegou e... bem... não parece querer sair.
Decidimos, enfim, finalizar isto e seguir em frente. Adoramos tudo que tivemos aqui, o empenho, a criação dos textos, a dificuldade pra montar o layout, os poucos-porém-fiéis leitores... Quando dissemos que o Pheebs Embananada foi como um filho pra gente era verdade (uma verdade brega e clichê, mas ainda assim).
Agradecemos todo o apoio que recebemos durante o tempo em que estivemos aqui, de verdade. Vocês não sabem o quanto foram (e ainda são!) importante para nós.

Obs.: No momento, estamos trabalhando em um novo projeto. É surpresa, portanto fiquem atentos que logo postaremos algo sobre isso no twitter.

Com amor, Isis, Maíra e Lilly.

Segunda-feira, Janeiro 10, 2011

"Butterfly"

Sabe aquele tipo de pessoa que não apenas sente, mas simplesmente sabe que é deixada para trás, esquecida por aqueles em que mais confiava? Aquele ser que não é menos humano que ninguém, mas, mesmo assim, às vezes parece ser subestimado até pela vida? É, digamos que essa sou eu. Ou melhor: costumava ser eu.
Nasci em uma família simples, grande, não muito cheia de luxos e frescuras e, principalmente, numa família feliz. Meus avós são meus pais-estepe e tenho uma irmã mais velha, Clara, que sempre foi meu exemplo e minha inspiração durante toda minha infância e adolescência (tenho que admitir: continua sendo).
Clara sempre foi o modelo de filha e neta perfeita: meiga, bonita, esportiva e com média nove no boletim. Já eu, não tive muitas médias baixas, porém, não se pode dizer o mesmo sobre o resto; sei que quando alguém me chama de fofa não é um elogio ao caráter, mas sim pelo fato de que uso suéteres largos e calça 42, que quando minha avó diz que sou bonita é porque está sem óculos, e também sei que já acordei às 6h da manhã no intuito de correr, mas, ao abrir a geladeira, me deparei com os restos de pizza da noite passada, sendo que eu amo pizza fria.
Desde pequena quis ser bióloga e já obtinha uma coleção de decepções pessoais; no parquinho minhas amigas só queriam se aproveitar do meu lanche, no fundamental do meu Dever de Casa e no ensino médio... Bem, eu resolvi, finalmente, parar de chorar por pessoas que já me chamaram de “melhor amiga” e que depois me chutaram. Decidi colocar a Lei do Talião em prática e só ignorar. Infelizmente, “só ignorar” se torna uma tarefa complicada quando você ganha de brinde um apelido como “Butter” no pacote do ensino médio. Para o bem da minha auto-estima e da minha imaginação, fazia de conta que era um diminutivo carinhoso para “Butterfly”, já que eu amo borboletas. E, bem, meu único e melhor amigo, Thomas, me chamava assim.
Como já deu para perceber, nunca me achei e ninguém nunca me achou bonita (excluindo minha mãe), algo que sempre me fez ter mais confiança na área da inteligência. Quer dizer, confiança eu nunca tive em abundância, mas tento acreditar todos os dias que tenho pelo menos o suficiente. Quem dera se eu tivesse tanta confiança quanto o meu medo de não conseguir realizar meus sonhos, onde o vestibular, até ali, era o que eu mais temia.
Passei o terceiro ano inteiro me preparando, surtando e praticando os exercícios respiratórios que meu professor de Yôga havia recomendado. Foram anos focados em meses de estudo, preocupação e nervosismo, onde tudo que eu queria era fazer aquela maldita prova de uma vez.
Chegando o primeiro dia, praticamente tive uma overdose de suco de maracujá, sem contar que não aguentava mais as pessoas dizendo “mantenha a calma” – aquela frase clássica para os momentos em que não se tem nada melhor a dizer. Por que não apenas fazem uma combinação de silêncio + um abraço? É muito mais útil, a não ser que haja algo como “Querida, não se esqueça que Michelle com apenas um ‘l’ quer dizer sábia, então imagine com dois”, como meu avô disse ao se despedir.
Finalizando os dias de tormenta e esperando o que parecia ser uma eternidade, descobri que não tinha sido aceita de primeira na universidade dos meus sonhos. E, para piorar, uma “melhor amiga” minha de infância que copiava meus deveres, fez o favor de realizar este sonho por mim.
- Você é inteligente sim, Mi! E se serve de consolo, eu sei como você se sente. – Clara ainda tentava, coitada.
Depois alguns dias chorando, xingando a vida de “traíra” e brigando até com a caixa de correio... Eu continuei chorando, xingando a vida e brigando com a caixa de correio. Thomas veio me visitar e tentou me alegrar com sua coleção de gibis (o que nunca fez muito sucesso) e fez até alguns truques de mágica, mas, “sem querer” pisei em sua cartola. Fazer o papel de boa amiga nunca foi meu forte.
Ninguém conseguiu me animar durante praticamente um mês, até que meu avô, como sempre, chegou e disse aquelas sábias palavras que ninguém nunca vai conseguir fazer o mesmo impacto:
- Sabe filha, “A vida pode te derrubar, mas você resolve quando é hora de levantar.” – no momento em que ele disse isso eu estava devorando o meu 276354º brigadeiro de panela, sentada no chão da sala e assistindo – é, eu sei – “Bebês Geniais 2”. Congelei.
- Nossa vô, que frase linda. Onde foi que você viu isso?
- Acho que foi naquele filme, "Karatê Kid". Bom filme, bom filme... – e foi saindo.
Fiquei pensando nisso durante um tempo, sentindo-me uma completa idiota. Como eu consegui ser tão patética, uma completa perdedora? E, enquanto ainda estava no modo pensativo, o telefone toca. Era o Thomas.
- E aí, Butterfly, pronta pra sair do casulo?
- Oi, Tom, desembucha logo, vai. – Ao dizer “desembucha” lambuzei todo o telefone de chocolate. É muita classe para uma garota só.
- Ok, ok... Tenho ótimas notícias. Está na frente do computador? Não? Bem, não importa, porque o melhor amigo do mundo aqui acabou de ver a lista da segunda chamada de Ciências Biológicas!
- E...?
- E, você está nela, boboca! Pode começar a bater as asas, Michelle, porque você vai voar alto! Ah, e eu perdi aquele livro que você me emprest... – Larguei o telefone e saí correndo pela casa, parecia estar realmente voando feito uma borboleta. Nunca tinha me sentido tão leve!
Hoje, olhando para trás, mal acredito que cheguei a pensar que alguém realizaria os meus próprios sonhos por mim, porque isso é uma tarefa impossível de acontecer. E, se vocês querem saber, a “filosofia Karatê Kid” se tornou a minha filosofia de vida; só que, em vez de apenas levantar, resolvi levantar vôo.

Atenciosamente, Michelle Turner – Estagiária do Greenpeace.

Sábado, Setembro 25, 2010

Diário de um Cupcake em Apuros #5

Domingo, 04 de abril, 22h45.

Tudo estava indo tão bem (nem tão bem assim, para ser sincera)! Eu estava indo de bicicleta todos os dias para a escola (e chegando lá com um cabelo à la Bellatrix Lestrange quando saiu de Askaban), e me contendo principalmente nos doces. Tudo bem que eu como dois bombons Ferrero Rocher diariamente, mas minha média caiu bastante.
E o que acontece? Aqueles tentadores ovos de Páscoa me seduziram totalmente.
O pior ainda é que EU é que comecei a abri-los, a fim de ver a surpresa que tinha dentro deles (confesso que não estava nem ligando para isso), porém, mereço desconto. Afinal, com uma cesta recheada de barras de chocolate, um ovo Alpino e outro de Diamante Negro, qualquer um estaria louco para devorá-los em meu lugar. Principalmente se forem umas quatro crianças de cinco a oito anos.
Sei que isso é imperdoável, mas aqueles ovos estavam divinos. Não os comi sozinha, claro; meus avós paternos, minha avó Helen e alguns primos pirralhos também estavam ali. E como não tenho irmão(s), sempre sou forçada a dividir com eles - são ordens da minha mãe, fazer o quê. Mas eu sabia que não sobraria muita coisa para mim, então consegui salvar uma mísera barra, me trancando no quarto e devorando-a praticamente sozinha. Maldito Hershey’s Ovomaltine e sua gostosura.
Mas guardei um pedaço para minha avó que estava na sacada sentada na poltrona, apreciando a vista urbanizada do pôr-do-sol.
Viu? Eu posso não ser tão gulosa quanto parece. Eu acho.
- Sabe Sophie, eu sinto tanta falta dele. – Ela me conhecia apenas pelos passos, incrível. Quero saber onde posso achar o Poço da Juventude que ela supostamente deve ter encontrado. Mas sinceramente, me contentaria apenas com uma Fonte dos desejos - onde provavelmente apenas precisaria de uma moeda de cinco centavos e BAM! Meus desejos estavam realizados. Ou não.
Enfim, eu sabia para quem ela estava se referindo. A quem minha avó sentia tanta falta, quero dizer.
- “Era um lugar em que Deus ainda acreditava na gente...Verdade que se ia à missa só para namorar. Mas tão inocentemente, que não passava de um jeito, um tanto diferente, de rezar. Enquanto, no púlpito, o padre clamava possesso contra pecados enormes” – Ela olhava firmemente para a bela vista da sacada, onde dava para ver, quase que em forma de pintura, a Igreja e a arborizada praça da cidade. E ah, um céu tão colorido e lindo que mais parecia um mar desenhado num arco-íris com apenas tons de salmão, azul e rosado.
- “[...] Era tão só, uma cidade pequena, com seus pequenos vícios e suas pequenas virtudes: um verdadeiro descanso para a milícia dos Anjos com suas espadas de fogo” – Meu avô adorava Mário Quintana, onde ele alegava que o poeta era “o poeta que nunca fui”. Ler e recitar poemas era o hobby do meu avô. E, depois que ele se foi, virou o passa-tempo favorito de minha avó. Segundo ela, isso a mantinha mais próxima dele.
- “Um amor!” – continuou – “Agora, aquela antiga cidadezinha está dormindo para sempre em sua redoma azul, em um dos museus do céu.”. – Então, uma lágrima cai de seus olhos, porém, não uma lágrima triste; ela tinha um olhar de saudade estampado em seu rosto. Até me lembrou muito aquelas mulheres apaixonadas dos faróis, que sempre aguardam com esperança e muito amor a volta do marido Marinheiro.
Meu sonho é achar um amor duradouro e lindo como o deles foi, ou melhor, ainda é. E não será uma tarefa fácil para mim. Achar um cara feito meu avô, quero dizer.
Apenas sentei dei a volta por trás da cadeira de balanço e abracei-a, porque não era preciso palavras para demonstrar o que ambas de nós estávamos sentindo: saudade.
~
Ah, meu Pai, tenho que me confessar urgentemente. O pecado da gula é o que predomina em mim, total. Estou me sentindo um barril ambulante e nem um Estomazil está ajudando. Vou é rolar na cama assim como os Pinguins de Madagascar fazem nas situações em que encarnam agentes secretos.
Então me pergunto: conseguirei algum dia entrar em uma calça 38?

Bem, agora já é tarde, não posso voltar atrás. Só tenho a lamentar e me esforçar nas pedaladas de manhã. É (nem eu acredito que isso seja possível).

________

Lista de Deveres: passar fita larga na boca.

Terça-feira, Agosto 31, 2010

"Strawberry Fields Forever"


Era final de tarde, o sol já se despedia de mais um longo e cansativo 8 de dezembro. Fazia frio, e com certeza minha mãe não gostaria de que eu me atrasasse, mais uma vez, para o jantar tão famoso da família Simon. Porém, peguei algumas rosquinhas escondidas do café onde trabalho, para me redimir. Gunther, meu chefe, iria me matar.
Enquanto pensava nas desculpas possíveis e cabíveis para dar ao holandês carrancudo, um homem gordinho e apressado passa por mim, quase derrubando meu pacote de rosquinhas de chocolate no bueiro. E nem sequer pediu desculpas!
Pensei seriamente em xingá-lo ou algo do tipo, afinal, estava estressada e meu dia havia sido péssimo. Mas, ao ver que o homem tinha esquecido seu livro, "O Apanhador no Campo de Centeio", esparramado pelo chão, saí em disparada atrás dele.
Segundos depois, vejo-o atrás de uma das esculturais árvores do Central Park, apontando uma arma calibre 38 a um ser que reconheci imediatamente: John Lennon. Sim, ele mesmo. Cheguei até a pensar que havia voltado para 1980, mas seria loucura demais. Ou não.
Não pensei duas vezes para atirar o pesado livro vermelho em sua direção, deixando-o duro no chão e virado de barriga para cima.
Na manhã seguinte, passando pelo parque como de rotina, o lugar em que até ontem havia o memorial "Strawberry Fields Forever" em homenagem a John, não estava mais lá.
Algo me diz que não tive apenas um sonho qualquer.

Domingo, Agosto 01, 2010

My Coffee Break


Eu queria escrever hoje uma estória incrível para postar, envolvendo muitas coisas que, ultimamente, estão meio que... presentes no meu dia a dia, tecnicamente. Queria algo que envolvesse uma garota com agentes secretos (um deles chamado Chuck que fosse uma Intersect, em especial), uma melhor amiga que estivesse fora do país e a grande saudade que a protagonista estaria sentindo por ela.

Mas isso é muito comum. Comum em filmes e séries, quero dizer. E, sinceramente, eu queria que existissem agentes secretos de verdade e pessoas salvando o mundo anonimamente. Isso se eles já não existem, eu acho.

Quando eu era pequena eu queria ser Sam, a espiã verde de “As Espiãs”. Achava incrível saber que existiam pessoas salvando o mundo dos vilões, tornando-o um melhor lugar para os mocinhos viverem. Só que, para mim na época, era um mundo ruim apenas nos desenhos. É por isso que às vezes me bate uma vontade enorme de poder tomar um elixir da juventude ou comer um pedaço de bolo do País das Maravilhas, para eu tornar a ser criança novamente e continuar com a ingenuidade que eu invejo em cada uma delas.

Há uma semana eu estava indo ao meu café favorito para comer um cupcake. Chovia, e durante o trajeto eu estava pensando em muitas coisas que me vinham em mente como um flash. Passei por caras mendigando na calçada, por um bar que passava em sua mini TV o caso lastimável do goleiro Bruno, e por carros que não paravam na faixa de pedestres. Todos os fatos foram se reunindo como mais preocupações, afinal, era a última semana antes das férias de julho e eu ainda tinha algumas provas para fazer. E quer saber? Cheguei à conclusão que não existiam vilões em especial. O homem é seu próprio vilão, porque ele faz mal aos seus semelhantes, aos que estão ao seu redor.

Gostaria de fazer alguma coisa para ajudar, já que me sinto apenas mais uma habitante terrestre entre bilhões. E, enquanto tento ajudar das maneiras mais simples, tenho esperança que há de vir um Super-Herói lá de cima para nos ajudar.


Terça-feira, Julho 20, 2010

With a Little Help From My Friends

Em todos os momentos turbulentos da minha vida, sempre tive a ajuda de mãos incomparáveis que me tiraram do sufoco. Principalmente em acontecimentos recentes, onde eu obtive a ajuda e o abraço da melhor amiga de todos os tempos.
Nunca gostei de classificar os amigos em um ranking de melhor amigo ou segundo, afinal, já obtive amizades que faziam isso. E eu não me sentia muito bem em sempre estar classificada em segundo lugar. Não que isso fizesse alguma diferença, mas doía lá no fundo. Quer dizer, quando você tem melhores amigas e as considera como tais, você espera que ambas considerem o mesmo de você, certo? Bem, não em todos os casos. Mas naquela época eu era pequena demais para saber o significado real da palavra “amizade”.
Já mudei várias vezes de cidade, e o que mais me disseram nas mudanças foi “nossa amizade é eterna, nunca iremos nos separar, vou te visitar em todos os anos, prometo”. E doía mais do que levar uma facada no peito (nunca levei uma facada no peito, só para constar. Mas deve doer de uma forma parecida, eu acho) quando você acreditava fielmente e acabava se decepcionando.
Acontece que eu realmente acabei descobrindo o verdadeiro significado da palavra amizade, depois de tantas decepções. É por isso que a decepção não mata, mas ensina a viver.
Tenho muito a agradecer a todos os meus amigos, mesmo aqueles que já foram um dia. Eu não seria o que sou hoje se eles não tivessem entrado na minha vida, mas queria agradecer mesmo é aos que continuam, em todos os momentos, ao meu lado. Eles são incríveis por isso. Principalmente a Isis, que se tornou tão especial na minha vida em pouco menos de dois anos. E hoje eu não tenho medo de dizer “você é minha melhor amiga, e até mais que isso: você é minha irmã gêmea”. Afinal, essa frase não torna meus outros amigos piores. Eu amo todos e ponto final.
Obrigada por tudo, eu me ponho alto com uma pequena ajuda de vocês. Feliz dia do amigo!

Sábado, Junho 12, 2010

Ande o Bastante

Todo mundo já deve ter imaginado como algo poderia ter sido diferente em sua vida se um fato tivesse ou não acontecido, se tivesse ou não tomado uma outra decisão, ou escolhido o rumo oposto ao que escolheu. Eu, pelo menos, sou assim. Sem contar que, na hora de tomar alguma decisão, fico muito confusa e indecisa (principalmente nas provas quando fico na dúvida entre duas questões. Acabo sempre assinalando a errada, incrível).
Muitos acreditam que tudo é na base da sorte ou destino, e que tudo já é definitivo. Porém, você é quem tem que fazer sua sorte e traçar seu próprio destino. Afinal, qual seria a graça de viver se as coisas fossem assim? Receber tudo de mão-beijada e não dar o devido valor às coisas, deve de ser tão chato. Sem contar que é meio lógico: se você não der valor às coisas e as ir jogando fora, um dia você irá perdê-las. Pura ironia do destino, não?
Particularmente, acredito que Deus tem um plano para nossas vidas; recebemos as oportunidades, só devemos saber agarrá-las com força e fazer as escolhas certas. E como saber quais são as escolhas certas? Pergunta difícil, creio que apenas pode ser respondida com o tempo.
Arrependo-me muito de decisões precipitadas, erradas, atrasadas... enfim, de diversos casos particulares. Principalmente pelo fato de não ter aproveitado o suficiente a companhia de pessoas incríveis com quem convivi em cidades que já morei. Eu não seria a mesma pessoa se não as tivesse conhecido, assim como não seria a mesma se não tivesse encontrado as pessoas incríveis que conheço hoje. O que seria de mim sem a presença delas em minha vida se eu não as tivesse conhecido, se eu tivesse mudado para outro lugar? Eu nunca irei saber. E, se quer saber a minha opinião, nem quero saber.

“Então não importa que caminho tome”, disse o Gato de Cheshire.
“Contanto que eu chegue a algum lugar”, Alice acrescentou à guisa de explicação.
“Oh, isso você certamente vai conseguir”, afirmou o Gato, “desde que ande o bastante”.
– Alice no País das Maravilhas, pág. 77.
 

Isis Voltolini

Isis Voltolini


Nascida em Florianópolis - SC, considerada a Padma Patil das gêmeas, por ser o par de Ron Weasley no Baile de Inverno. E sim, é apaixonada por Rupert Grint. Sériemaniaca, Isis é completamente viciada em Fringe, Chuck, Friends e The Mentalist. McFly, Paramore, Cobra Starship, FTSK e The Pierces são suas bandas preferidas. Mora com a mãe e dois irmãos malucos que aprontam o tempo todo. Isis é cristã e ama felinos. Sua diva absoluta é Marilyn Monroe e sua cidade dos sonhos é Nova York. Ah, e ela demora séculos pra ler um livro fino.



Maíra Schwaab

Maíra Schwaab


Gaúcha e colorada roxa (ou vermelha mesmo?). Considerada a Parvati Patil das gêmeas, e é louca por Daniel Radcliff. "Nômade" desde pequena, Maíra já morou em diversas cidades do Rio Grande do Sul, e só em 2009 mudou-se para Florianópolis (uma intervenção divina, oi). Beatlemaníaca, toda vez que falam de beatles começa a berrar. Completamente apaixonada pelos livros da Meg Cabot e da J. K. Rowling, Maíra não consegue ficar muito tempo sem ler nada. Curte quase as mesmas séries que Isis, e adora os irmãos malucos dela.

Lilly Kate Walker

Lilly Kate Walker


Cidadã da cidade de Glasgow, na Escócia. A britânica possui 17 anos e é super intelectual, tem sempre uma opinião bem formada e superior sobre os assuntos do dia-a-dia. Atualmente cursa faculdade de moda na Universidade de Glasgow. Acha TV uma perda de tempo, e gosta muito Yeah Yeah Yeahs e Veronicas. Foi atingida por uma banana na rua uma vez, durante uma passeata. Possui um cachorro chamado Mouse Lars (comedor de webcam). Só um detalhe: ela é imaginária, mas não vejo problema nisso até então.



Copyright © 2009 Pheebs Embananada All rights reserved.