Eu queria escrever hoje uma estória incrível para postar, envolvendo muitas coisas que, ultimamente, estão meio que... presentes no meu dia a dia, tecnicamente. Queria algo que envolvesse uma garota com agentes secretos (um deles chamado Chuck que fosse uma Intersect, em especial), uma melhor amiga que estivesse fora do país e a grande saudade que a protagonista estaria sentindo por ela.
Mas isso é muito comum. Comum em filmes e séries, quero dizer. E, sinceramente, eu queria que existissem agentes secretos de verdade e pessoas salvando o mundo anonimamente. Isso se eles já não existem, eu acho.
Quando eu era pequena eu queria ser Sam, a espiã verde de “As Espiãs”. Achava incrível saber que existiam pessoas salvando o mundo dos vilões, tornando-o um melhor lugar para os mocinhos viverem. Só que, para mim na época, era um mundo ruim apenas nos desenhos. É por isso que às vezes me bate uma vontade enorme de poder tomar um elixir da juventude ou comer um pedaço de bolo do País das Maravilhas, para eu tornar a ser criança novamente e continuar com a ingenuidade que eu invejo em cada uma delas.
Há uma semana eu estava indo ao meu café favorito para comer um cupcake. Chovia, e durante o trajeto eu estava pensando em muitas coisas que me vinham em mente como um flash. Passei por caras mendigando na calçada, por um bar que passava em sua mini TV o caso lastimável do goleiro Bruno, e por carros que não paravam na faixa de pedestres. Todos os fatos foram se reunindo como mais preocupações, afinal, era a última semana antes das férias de julho e eu ainda tinha algumas provas para fazer. E quer saber? Cheguei à conclusão que não existiam vilões
Gostaria de fazer alguma coisa para ajudar, já que me sinto apenas mais uma habitante terrestre entre bilhões. E, enquanto tento ajudar das maneiras mais simples, tenho esperança que há de vir um Super-Herói lá de cima para nos ajudar.
É, 2012 chegando, o caos só vai aumentando... ;x
ResponderExcluirok, piadas (totalmente) infames à parte, é realmente muito preocupante tudo o que acontece, mas eu sempre digo que não adianta a gente só ficar horrorizados com tudo e não fazer nada. Nem que seja encarar com um pouco de inocência infantil se assim der vontade de sair e salvar o mundo.